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Livros sobre Fotografia

28/05/2017

O FotoClipping traz uma seleção eclética de livros de fotografia para você que curte ou que trabalha com essa forma de arte tão apaixonante.

Ensaios teóricos, guias de uso de Photoshop e Lightroom, publicações sobre artes visuais, livros que ensinam técnicas fotográficas e portfólios de fotógrafos famosos fazem parte da lista, que você pode consultar para completar sua biblioteca ou para presentear alguém especial.

As obras catalogadas são atualizadas constantemente, ou seja, você sempre vai encontrar apenas aquelas que estão disponíveis no mercado brasileiro. Boa leitura!

Alexandre Herchcovitch 1:1 é organizado em várias entrevistas inéditas e exclusivas feitas por pessoas do mundo da moda a Alexandre. Em suas respostas, o estilista trata de assuntos como a rotina da confecção, os métodos de criação, as constantes obsessões que envolvem o mundo criativo de Herchcovitch e também as mudanças pelas quais o estilista passou desde sua fase mais underground até a consolidação de sua carreira. Ricamente ilustrado (inclusive por um ensaio inédito de Bob Wolfenson), 1:1 ainda traz, além das entrevistas, comentários de Álvaro Machado e textos de Fernanda Young e Charles Cosac, e se apresenta como um livro fundamental para entender não só o universo criativo de Alexandre Herchcovitch, mas através dele, a moda brasileira nos últimos vinte anos.

1.1. Alexandre Herchcovitch. 20 Anos

Basta entrarmos em qualquer livraria que nos deparamos com uma grande variedade de livros de fotografia, alguns técnicos e outros artísticos, no entanto, em meio a tanta opção existe um espaço que até hoje não era preenchido: o de um livro de fotografia que trate desta arte como um estilo de vida, uma fonte de inspiração, uma forma de se viver mais e melhor; que inspire as pessoas através da prática da fotografia e do despertar do artista presente dentro de cada um de nós, contendo uma dose perfeita de imagens de tirar o fôlego, truques, poderosas dicas práticas e razões para que todos possam viver uma vida digna de ser vivida e capturada. Os quatro grandes objetivos deste livro são Inspirar, Surpreender, Motivar e Ensinar. O leitor irá se inspirar pelo estilo de vida que é possível para qualquer um quando se começa a valorizar liberdade acima de outras coisas; vai se surpreender com fotografias incríveis e de vários estilos capturadas pelos irmãos Polesso ao redor do mundo nos cinco continentes, assim como se motivará a explorar mais e capturar mais imagens e momentos. Além disso, o leitor aprenderá segredos e truques práticos de fotografia que são semeados ao longo do livro, seja nas dezenas de fotos comentadas e discutidas, onde os autores contam como exatamente cada foto foi capturada, incluindo detalhes técnicos e artísticos, ou ao longo da revelação dos cinco passos para fotos sensacionais de Cara da Foto. Seja você um fotógrafo profissional, um apaixonado por fotografia ou apenas um entusiasta da arte, este livro é algo diferente de tudo que já viu.

O Cara da Foto. Um Guia não Tradicional Para Se Capturar Fotos Espetaculares com Qualquer Equipamento

Esse livro explica o funcionamento da câmera fotográfica, compara as características disponíveis nos diferentes tipos de câmeras, aborda elementos técnicos, como lentes ou objetivas, exposições e profundidade de campo, indica os acessórios corretos para cada necessidade e dá dicas criativas na arte da boa fotografia. Dessa forma, John Hedgecoe percorre todos os primeiros passos sobre como produzir retratos, fotografar cenas cotidianas, a arquitetura e a natureza. Tudo isso ilustrado com imagens das mais diferentes regiões do mundo!

O Novo Manual de Fotografia

Neste livro autobiográfico, Robert Capa (1913-1954), o mitológico fotógrafo que produziu os mais incríveis registros de guerra mostra que também é um contador de histórias nato. Em seus relatos, ele fala de sua vida privada e profissional, das suas experiências como correspondente de guerra, da convivência com seus amigos John Steinbeck e Ernest Hemingway, e de sua namorada, a atriz Ingrid Bergman. Capa, que dizia que suas imagens eram "ligeiramente fora de foco, um pouco sub-expostas e a composição não é nenhuma obra de arte", cativa o leitor numa narrativa fluente e hipnótica, com simplicidade e humor, compondo um brilhante relato histórico.

Ligeiramente Fora De Foco

A partir de um abecedário visual com 482 imagens, o livro desvenda o mundo mágico de Marcelo Sommer. Das primeiras peças vendidas no Mercado Mundo Mix até o momento de amadurecimento atual, a edição aborda treze anos de trajetória do estilista. Da alquimia entre referências infantis, streetwear e alfaiataria, surge um estilo original, lúdico e ligeiramente surreal. Com a capacidade de se recriar, Sommer antecipa tendências como a volta dos aspectos mais humanos e pessoais, o esgotamento da frivolidade e a desvalorização do inacessível. Dois jornalistas tratam com olhar apurado a importância de Marcelo Sommer para a moda brasileira. Com precisão, Jotabê Medeiros afirma, no prefácio, que o estilista "sabe que a roupa é sempre uma fantasia social, e, por isso, sem limites". E, em seu ensaio, Camila Yahn observa, com propriedade, que "seu universo resgata em todos nós lembranças de conforto emocional perdidas no tempo".

Marcelo Sommer - Coleção Moda Brasileira II

A Huis Clos é uma das marcas com assinatura mais forte na moda brasileira. Sem cair em obviedades, o universo estético da estilista Clô Orozco é feito de sonho, construção e feminilidade. Em trinta anos de carreira, Clô segue fazendo as roupas que gostaria ela mesma de vestir, equilibrando universos opostos: o esporte feito com tecidos nobres; o feminino atenuado pelo masculino; o Ocidente e o Oriente; o bordado para usar de dia; o tecido de alfaiataria no vestido de noite. A edição é dividida em capítulos, de acordo com o estilo atemporal da marca: peças clássicas, casuais, preciosas, acessórios e detalhes. O livro reforça a coerência e as preferências da estilista, deixando claro como ela se manteve fiel ao seu universo particular.

Clô Orozco - Coleção Moda Brasileira II

Moda não combina com medo e Alice Ferraz, a empresária de moda mais influente do Brasil, traz um livro completo para responder à pergunta que lhe fazem todos os dias: como eu faço para me vestir bem? O livro que representa os novos tempos da moda, um momento maravilhoso de quebrar paradigmas e se reinventar. Alice Ferraz não está aqui para ensinar a você o que “pode” e o que “não pode”, mas como raciocinar a moda para servir à quem você quer e precisa ser, para servir à sua criatividade, ao seu jeito de ser e ao poder que você pode exercer quando se sente bem-vestida. Além disso, você ainda pode se inspirar nos moodboards das influenciadoras do F*Hits como Lalá Noleto, Camila Coelho, Helena Lunardelli, Sophia Alckmin, Silvia Braz, Luiza Sobral, Nicole Pinheiro, Rebeka Guerra, Claudia Bartelle, Alice Salazar e Lucy Ramos. Um guia imprescindível para dominar a moda sendo você mesma. “Alice é líquida, fluida, hipermoderna. Uma mulher à frente do seu tempo com características empreendedoras muito aguçadas, além de uma energia fun que contagia a todos. É um orgulho e uma honra tê-la como mentora no nosso corpo docente.” Patricia Cardim - Diretora Geral do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo “Alice faz parte do pequeno grupo de profissionais inquietos que questionam a forma, o processo e o conteúdo, sugerindo outras perspectivas com alto grau de confiança. O novo sempre gera desconforto, traz resultados inovadores e geram lastros de sucesso”. Carlos Ferreirinha - MCF Consultoria. “Tive o privilégio de conhecer o lado profissional e pessoal dessa visionária, trendsetter, batalhadora incansável e leonina fiel que a Alice é. Ela foi e é minha mentora e este livro é um guia prático para ajudartodas as mulheres brasileiras na sua busca por um estilo único. Só gratidão resume o que sinto por compartilhar seu conhecimento, minha eterna amiga.” Camilha Coleho – Blog Camila Coelho. “Alice Ferraz é uma catalisadora brasileira que exerce impacto global na indústria da moda.” – BoF

Moda à Brasileira

Em suas mais de 32 viagens, feito a pé, de avião, a bordo de navios, canoas e até mesmo a bordo de balões, com extremos de calor e condições de frio extremo e muitas vezes em condições perigosas, Salgado criou uma coleção de imagens que mostram a natureza, os animais e os povos indígenas com um brilho cativante. Usando apenas preto e branco, Salgado infunde textura complexa para as suas fotografias de modo que até mesmo os menores detalhes são importante. O que encontramos em Gênesis? Animal e vulcões dos pingüins de Galápagos, leões marinhos, biguás e baleias na Antártida e no Atlântico Sul; jacarés e onças no Brasil, os leões, leopardos e elefantes africanos, a tribo dos Zo'é isolado na maioria nas profundezas da selva amazônica, a Papua Ocidental Neolítico korowaide etnia; Dinka gado nômades no Nenets nômades do Sudão e os seus rebanhos de renas no Círculo Polar Ártico, as comunidades florestais nas Ilhas Mentawai oeste de Sumatra, os icebergs a Antártida vulcões África Central e na Península de Kamchatka, os desertos do Saara, os rios Negro e Amazonas Yurua, os desfiladeiros do Grand Canyon, as geleiras do Alasca e muito mais.

Genesis

Este volume fornece uma fascinante olhada para a rica diversidade da coleção L. Fritz Gruber; abrange os principais movimentos e gêneros através de uma vasta seleção dos fotógrafos mais destacados do século. De Ansel Adams a Piet Zwart, em torno de 850 obras apresentadas em ordem alfabética por fotógrafo, com textos descritivos e detalhes biográficos dos autores, mostram uma visão abrangente e indispensável da fotografia do século XX.

Fotografia do Século XX

O livro mergulha na história e no estilo de Lenny Niemeyer, estilista que inaugurou a moda praia chic no país. Valendo-se de modelagens da alta-costura, Lenny inovou ao utilizar estampas com grafismos gigantes, aquarelas do Brasil setecentista e a inesquecível coleção estampada com as ondas de Burle Marx para o calçadão de Copacabana. Chic até debaixo d'água, suas coleções extrapolam o limite das duas peças, e incluem vestidos godê, saias de cintura alta, ou mesmo uma camisa branca. As peças cabem numa mala de viagem enxuta para algum resort pelo mundo. Alexandra Farah conta um pouco da formação e do estilo de vida de Lenny no prefácio do livro. Já Camila Perlingeiro, em seu ensaio, faz um levantamento histórico do traje de banho até este chegar ao Brasil e ao definitivo sucesso da estilista neste segmento. O projeto gráfico da edição enfatiza as estampas coloridas em contraposição às imagens em preto e branco dos desfiles, que ressaltam as formas e estruturas dos maiôs e biquínis.

Lenny Niemeyer - Coleção Moda Brasileira II

"Há cliques que alteraram o rumo da história e os costumes da sociedade. Neste ''O instante certo'', a premiada jornalista Dorrit Harazin conta as histórias de alguns dos mais célebres fotogramas já tirados. Assim, registros da Guerra Civil Americana servem de base para analisar os avanços tecnológicos da fotografia; uma foto na cidade de Selma conta a história do movimento pelos direitos civis; e uma mudança na lei trabalhista brasileira tem como fruto um dos mais profícuos retratistas do país. Em seu primeiro livro, Harazin nos guia não apenas através das imagens, mas de um universo de histórias interligadas, acasos e aqueles breves momentos de genialidade que só a fotografia pode captar."

O Instante Certo

"Em 1985, saía pela editora Contrejour o primeiro livro de Sebastião Salgado: Outras Américas. A coletânea de fotografias é fruto das inúmeras viagens que Salgado fez entre 1977 e 1984, revisitando a América Latina e evocando a persistência das culturas camponesas e indígenas. O poder de convicção das fotos em preto e branco, sua força plástica, o projeto gráfico de Lélia Salgado, tudo isso contribuiu para o sucesso deste livro que obteve o prêmio Premier Livre Photo, foi lançado em quatro línguas e se esgotou em poucos meses. Tornado mítico ao longo do tempo, o livro ganha enfim uma segunda edição, que inclui textos originais da época e um prefácio do editor Claude Nori relatando sua gênese. "

Outras Américas

Considerado um dos fotógrafos mais influentes de nossa época, Henri Cartier-Bresson elevou a prática do snap shotting à condição de arte disciplinar. Crítico e observador penetrante, seus escritos sobre a teoria e a prática da fotografia exerceram uma influência fundamental nos fotógrafos contemporâneos. O imaginário segundo a natureza é a primeira compilação em um único volume dos textos mais emblemáticos de Cartier-Bresson, entre os quais “Os europeus” e “O instante decisivo”, um de seus escritos mais conhecidos, tido como um divisor de águas na carreira do fotógrafo. Este volume reúne ainda seus relatos de viagens a Moscou e à China e artigos dedicados a seus amigos André Breton, Alberto Giacometti e Jean Renoir – todos eles com a mesma intensidade e o mesmo imediatismo visual que caracterizam sua obra fotográfica. Henri Cartier-Bresson (1908-2004) é considerado uma das maiores referências da fotografia da segunda metade do século XX e um dos pais do fotojornalismo. Desde 1947, quando fundou junto com Robert Capa, David (Chim) Seymour, William Vandivert e George Rodger a agência Magnum, realizou grandes reportagens sobre a Europa, o Oriente e a antiga URSS que lhe renderam fama mundial como cronista gráfico.

O Imaginário Segundo a Natureza

Sem clichês. Sem enrolação. Sem jargão profissional. Esta introdução simples e direta sobre como fotografar pessoas é a muito aguardada continuação do best-seller Leia isto se quer tirar fotos incríveis. Ideal para usuários de qualquer câmera com um conhecimento básico de alguns fundamentos da fotografia, este livro descreve as técnicas essenciais para fotografar pessoas, seja na rua, em casa ou em um estúdio. Recheado de imagens icônicas feitas por fotógrafos aclamados, este livro oferece inspiração e todo conhecimento técnico que você precisa para sair por aí e tirar ótimas fotos de amigos, familiares e de todo mundo. 50 mestres da fotografia, incluindo: Richard Avedon, William Klein, Cindy Sherman, Gary Winogrand, Richard Renaldi, William Eggleston, Sebastião Salgado, Henri Cartier-Bresson, August Sander, Joel Sternfeld.

Leia Isto Se Quer Tirar Fotos Incríveis de Gente

Exercícios passo a passo para melhorar suas fotos em 20 semanas.  Programa passo a passo, perfeito para iniciantes. Este livro vai ensinar você a fazer excelentes fotos em 20 semanas ou menos.   Cada um dos 20 módulos combina tutoriais amigáveis, exercícios criativos passo a passo, e tratamentos essenciais em imagens para facilitar o entendimento sobre cada tema. No final de cada módulo há um teste para avaliar seu aprendizado.   Recheado de dicas práticas e excelentes imagens, o Curso Completo de Fotografia Digital ajudará a extrair todo o potencial de sua câmera, para que você pare de "tirar" fotos e comece a "fazer" excelentes imagens como um fotógrafo profissional.   Semana 1: Faça suas primeiras fotos  Semana 2: Foco  Semana 3: Como usar os modos de disparos  Semana 4: Consiga a exposição correta  Semana 5: Obtenha o contraste correto  Semana 6: Como usar a profundidade  Semana 7: Objetivas  Semana 8: Objetivas grande angulares  Semana 9: Teleobjetivas  Semana 10: Faça fotos em Close-up  Semana 11: Transmita momento  Semana 12: Como compor  Semana 13: Componha como um profissional  Semana 14: Lições sobre as cores  Semana 15: As cores da luz  Semana 16: Como usar a luz natural  Semana 17: Como usar o flash  Semana 18: Fotos com pouca luz  Semana 19: Preto e branco  Semana 20: Trabalhe em um projeto.

Curso Completo de Fotografia Digital

Vindo da linhagem dos costureiros, dedicado ao glamour e à sofisticação dos vestidos de festa e noivas, é curioso descobrir a verdadeira personalidade deste criador, visto de perto. A maneira como constrói suas roupas evoca um repertório muito particular, ainda que próprio da moda: o estilista pesquisa tradições têxteis que sobrevivem entre povos do Peru, da Guatemala, do Tirol e do sudoeste da China. Assim, dialoga com seus pares na construção sólida de seu estilo, que se supera a cada estação. Mesmo dono de uma carreira excepcional, Walter é generoso e se dedica a projetos sociais e de educação por todo país. No prefácio de Mario Mendes, jornalista que testemunhou o boom da moda nas últimas décadas no país, entramos em contato com um jovem apaixonado e talentoso. Ao longo de seu caminho, como também nos conta a jornalista Eva Joory, Walter torna-se grande conhecedor de história da moda, estuda alta-costura, ao mesmo tempo que frequenta os inferninhos rockers do centro de São Paulo e curte as "últimas bandas inglesas", que marcaram a época.

Walter Rodrigues - Coleção Moda Brasileira

Ex-fotógrafo da Agência Magnum, Miguel Rio Branco desperta hoje atenção mundial por sua utilização radical da fotografia em instalações e em séries de enorme impacto visual. Neste livro ele apresenta um retrato contundente da latinidade, compondo um painel barroco e cinematográfico com objetos arruinados, circos pobres, prostíbulos baratos e academias de boxe. As imagens expõem a vida urbana com extremo lirismo, contrastando afetividade e violência.

Silent Book

Para quem tem DSLR ou compacta avançada Informativo, instrutivo e inspirador, este livro é a companhia perfeita para fotógrafos entusiastas e iniciantes. Confira passo a passo tudo o que sua câmera pode fazer e veja como obter o melhor dela. Tutoriais simples ajudam a dominar os controles da câmera para você fotografar melhor. Cada técnica, desde o básico sobre foco até a criação de efeitos especiais cativantes, é mostrada passo a passo em detalhes. Projeto gráfico atraente com imagens e ícones facilmente compreensíveis, para que cada configuração e cada recurso de câmera sejam entendidos de imediato; imagens comparativas mostram como pequenos ajustes podem gerar resultados bem diferentes. Dicas extras em box ensinam técnicas que podem ser usadas para diferentes temas e situações. Repleto de exercícios práticos e de dezenas de belas imagens. Este é o livro ideal para começar sua jornada no mundo da fotografia digital.

Guia de Fotografia Para Iniciantes

Com mais de 25 anos de carreira como um dos mais destacados fotógrafos de publicidade do país, Arnaldo Pappalardo estreia no universo do livro com inquietante trabalho sobre a cidade de São Paulo. Tensão calma, o 40º livro de fotografia publicado pela Cosac Naify, toma como base as imagens apresentadas em grandiosa exposição no segundo semestre de 2008 na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Neste trabalho, Pappalardo apresenta três séries, cada com uma leitura bem diferenciada da metrópole paulistana. Nas primeiras fotografias, o leitor se perde em imagens abstratas, que são, na realidade, closes extremos de fragmentos do asfalto que cobre as ruas paulistanas. A segunda série de fotos explora a cidade vertical, com prédios no centro da cidade, em imagens noturnas e silenciosas, sem a presença frenética dos transeuntes. O terceiro segmento apresenta as pessoas desta cidade, em retratos crus, sem artifícios, que completam o trabalho lírico e inventivo de Arnaldo Pappalardo. O fotógrafo faz ao longo do livro uma alternância de imagens bem horizontais com outras verticais, jogo que é aproveitado pelo projeto gráfico da diretora de arte da editora, Elaine Ramos. A edição é enriquecida por um ensaio do pesquisador e curador da exposição de suas fotos na Pinacoteca do Estado, Rubens Fernandes Junior, e por uma cronologia ilustrada de sua trajetória.

Tensão Calma

Nesta nova exposição do seu olhar, da sua forma de ver a atividade humana do trabalho em toda a sua esplendorosa dignidade, a 10 anos de paciente observação de fotógrafo em 10 países diferentes, à espera da chegada do momento certo em que a luz e a sombra criem a atmosfera de respeito que caracteriza toda a obra de Salgado, sua exaltação e entusiasmo militante por aqueles irmãos da grande família humana que, com seu esforço anônimo, levam a estimulante alegria do café até às nossas mesas. Com suas fotografias, Sebastião Salgado convida-nos a ler o aroma do café e a olhar para o fundo da xícara, não para vislumbrar nosso futuro, mas para ver uma longa fila de homens e mulheres que sobem por estreitos caminhos até acima das nuvens, ou que abrem caminho em selvas escuras e úmidas no lombo de mulas até chegar ao cafezal. Mulheres e homens de diferentes raças e cor da pele, que nos templos de armazenamento parecem entregar-se a uma religião desconhecida. Da mesma forma como em algumas regiões as mãos passam as contas do rosário, quer seja para invocar todos.

Perfume de Sonho

Há 35 anos Joe McNally vem contando histórias com suas fotos. Dramáticas, sutis, enérgicas, alegres, pungentes ou misteriosas, suas imagens são igualmente variadas quanto ao modo de iluminá-las. Em Modelando a Luz, Joe leva você aos bastidores de dezenas de fotos para discutir suas soluções de iluminação. O verdadeiro diferencial deste livro, entretanto, está no fato de que ele vai além dos números, levando você a ponderar como a luz que Joe cria funciona para as fotos que produz.

Modelando A Luz. Uma Viagem Ilustrada Pelas Possibilidades Do Flash

Como editor da revista Light It, Scott Kelby reinventou a maneira de escrever sobre iluminação. Em Ilumine. Fotografe. Retoque., o autor número um em livros de fotografia revela todo o processo do início ao fim, desde o esquema de iluminação completo e a sessão fotográfica até o pós-processamento e os retoques no Photoshop, que a maioria dos livros não ousa incluir.   Ilumine. Fotografe. Retoque. inova também no caráter visual. Não há qualquer rascunho ou modelos 3D: você visualiza o layout em imagens de página inteira, capturadas durante a sessão real, para que você possa ver exatamente onde modelo, fotógrafo, luzes, plano de fundo etc. devem ser posicionados. Além disso, você terá vistas laterais, sobre o ombro do fotógrafo e por trás da cena, para que possa acertar a iluminação com precisão total.

Ilumine, Fotografe, Retoque

Fazer suas fotos saírem das capturas comuns em direção às grandes imagens começa com um sólido entendimento de sua câmera e suas lentes, a fim de que possa mudar intuitivamente de uma configuração para outra, capturando os momentos a medida em que aconteçam.

Composição: De Simples Fotos A Grandes Imagens

As imagens de Robert Capa (1914-1954) mudaram o fotojornalismo,assim como a agência Magnum, da qual foi um dos fundadores, redefiniu a relação entre os fotógrafos e as publicações. Capa cobriu alguns dos principais conflitos do século XX, como a Guerra Civil Espanhola, a Segunda Guerra Mundial e a Guerra da Indochina, na qual faleceu em 1954.

Robert Capa - Coleção Photo Poche

 Sobre fotografia  , ganhador do National Book Critic Circle Award de 1977, é um livro que fez história no âmbito dos estudos da imagem. Publicado originalmente no Brasil em 1983, reúne seis ensaios escritos na década de 70, em que a romancista e filósofa Susan Sontag analisa a fotografia como fenômeno de civilização desde o aparecimento do daguerreótipo, no século XIX. O resultado é uma história social da  visão  , demonstrando seu lugar central na cultura contemporânea.   Sontag extrapola os domínios da técnica da fotografia, enfoque que desliga a prática fotográfica do quadro social que a inventa e a consome. Abrangentes e reflexivas, as análises dialogam com a filosofia, a sociologia, a estética e a arte pictórica. A erudição da autora não se traduz, porém, em hermetismo. Seu estilo é simples, direto, leve e sedutor, marca de uma das mais atuantes intelectuais da atualidade.   "A realidade, como tal, é redefinida pela fotografia", escreve ela ao discutir as relações entre os acontecimentos e as imagens produzidas a partir deles. Sontag mostra como as noções de fato e representação se embaralham nas sociedades industriais e consumistas, onde "tudo existe para terminar numa foto".

Sobre Fotografia

Dando prosseguimento à reflexão sobre as relações entre fotografia e artes visuais nas primeiras décadas do século XX, a autora realizou uma investigação ampla em bibliotecas de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Madri, Lisboa,Nápoles, Roma e Paris. Desse modo, a autora teve acesso a um conjunto de fontes qualificadas, que lhe permitiram aprofundar a discussão sobre as relações entre fotografia e surrealismo e sobre a constituição do conceito de nova visão. No caso do surrealismo, foram privilegiados quatro aspectos: 1 - a presença de imagens fotográficas em alguns livros de André Breton, 2 - as colagens de Max Ernst, 3 - os desenhos-colagem de Joan Miró, 4 - a prática fotográfica de Man Ray. A análise da nova visão deteve-se em três eixos: 1 - László Moholy-Nagy, 2 - Aleksandr Ródtchenko, 3 - a repercussão do novo ideário fotográfico no Brasil através das figuras de Mário de Andrade, Thomaz Farkas, José Yalenti, German Lorca, Geraldo de Barros e das revistas S.Paulo e O Cruzeiro.

O Desafio do Olhar

Descubra uma nova maneira de ver o mundo e, ao mesmo tempo, aprimorar suas habilidades fotográficas em composição, exposição, iluminação, objetivas e observação. Use este diário se quer tirar fotos incríveis é uma divertida seleção de imagens inspiradoras de fotógrafos aclamados para estimular você a se tornar mais criativo com sua câmara. Crie seu álbum de fotos altamente pessoal fixando suas fotos ou simplesmente consulte o livro quando você estiver sem ideias. Quaisquer que sejam seus interesses específicos - seja fotografia de rua, de estúdio, natureza-morta, paisagem ou retrato - você está livre para interpretar as sugestões como quiser. Então, escolha uma página, pegue sua câmera e deixe suas ideias e imaginação ganharem asas!

Use Este Diário Se Quer Tirar Fotos Incríveis

 Guia avançado para corrigir, refinar e aplicar efeitos criativos em suas fotos   Saiba usar recursos de correção e edição.   Técnicas explicadas por profissionais.   Tutoriais para fotos muito mais criativas.   Veja como usar pré-ajustes e refinar suas imagens.   Tenha controle de cores com recursos de impressão.   Domine a câmara escura e crie belos efeitos especiais.   Conheça o Módulo Print para obter impressões perfeitas.   Veja como processar arquivos RAW e até transformar o dia em noite.   Obtenha retratos profissionais com técnicas especiais de retoque.

Aprenda na Prática. Lightroom - Volume 2

Parallaxis reúne catorze séries fotográficas de Vicente de Mello, como Brasília utopia lírica, Galáctica, Quantas ASAS tem um pixel? e Strobo. Trata-se de um fotolivro feito de pequenos fotolivros, sendo cada um num formato diferente dentro da mancha, por vezes variando também o papel. O conjunto de imagens revela um fotógrafo detalhista, versátil e aberto a experimentações, sobretudo formais e com a luz.

Parallaxis

Claudia Andujar (1931) nasceu na Suíça e vive no Brasil desde 1955. Em contato com os índios Yanomami de Roraima, passou períodos extensos na companhia destes realizando ensaios fotográficos que constituem um capítulo à parte na história da fotografia brasileira. A série Marcados é formada por 85 fotos dos Yanomami realizadas entre 1981 e 1983, durante uma viagem de levantamento da situação e saúde dos grupos em contato com o branco. Como os Yanomami não respondem a nome próprio, foi adotado o método consagrado desde o século XIX para a identificação dos povos nativos: uma fotografia do indivíduo com um número preso ao corpo. Estes registros, agora transformados em livro, com edições em português e inglês, incluem, além das fotos, um roteiro das visitas e trechos do relatório da fotógrafa sobre as comunidades estudadas. Claudia Andujar confirma nesta belíssima obra a relação intrínseca entre arte fotográfica e realidade.

Marcados

O fotógrafo Miguel Rio Branco (1946) reúne em Maldicidade fotografias que retratam cenas urbanas de metrópoles de diversas partes do mundo – Japão, EUA, Brasil, Cuba, Peru –, captadas entre 1970 e 2010. Com seu olhar poético, aborda o isolamento de marginalizados, como prostitutas, cães de rua e mendigos.  O artista possui obras no acervo de coleções públicas e particulares européias e americanas, dentre elas: MAM-RJ; MAM-SP; MASP; Centro George Pompidou, Paris; San Francisco Museum of Modern Art; Stedelijk Museum, Amsterdam; Museum of Photographic Arts of San Diego e Metropolitan Museum of New York.

Maldicidade

Exposição é um conceito enganosamente simples na fotografia e que sempre foi objeto de fascinação tanto para fotógrafos amadores como para profissionais. Os avanços recentes na tecnologia digital modificaram as maneiras como a exposição pode ser manipulada e isso, por sua vez, levou os fotógrafos a refletirem mais sobre os resultados que podem atingir se compreenderem as variáveis de abertura, ISO e tempo. Em Exposição Perfeita, o fotógrafo e escritor Michael Freeman conduz o leitor por esta área difícil e dinâmica, apresentando um método claro e acessível – que divide as situações de exposição em 12 tipos e é enriquecido com ilustrações de fluxos de trabalho, histogramas e exemplos altamente visuais – para explorar as sutilezas do assunto. Algumas fotografias do livro são melhor visualizadas na tela do computador.

Exposição Perfeita

A legitimidade cultural e artística da fotografia é recente. Durante muito tempo considerada como simples ferramenta útil, agora, nas galerias e museus, é contemplada enquanto fotografia. E a fotografia é o objeto desse livro: em sua pluralidade e seus vários desdobramentos, do documento à arte contemporânea; em sua historicidade, desde seu aparecimento, na metade do século XIX, até a presente aliança arte-fotografia, que leva André Rouillé a distinguir a arte dos fotógrafos da fotografia dos artistas.

A Fotografia

´A arte do fotográfico´ trata da intensificação do debate teórico sobre a fotografia em torno de duas perguntas históricas: que relação a imagem fotográfica tem com a realidade? Qual é a contribuição específica da fotografia para o conjunto das artes visuais? Com numerosas citações dos autores estudados, dois "intervalos" semiótico-filosóficos e um rico aparato bibliográfico e de notas, permite que o leitor perceba todas as referências externas e internas do debate. Tradução: Carlo Alberto Dastoli.

A Arte do Fotográfico. Os Limites da Fotografia e a Reflexão Teórica nas Décadas de 1980 e 1990

Lembre-se sempre de que não é a câmera, mas a pessoa utilizando-a quem faz belas fotografias. Divirta-se, cometa erros e depois aprenda com eles. Quando se der conta, já terá feito a transição de alguém que fazia simples cliques e agora faz grandes imagens. Não importa a marca ou mesmo o tipo de câmera que você possui. Todas apresentam o mesmo propósito: criar uma fotografia corretamente exposta. Mas o que exatamente significa “corretamente exposta”? Tudo começa com o entendimento básico da exposição e de como fazer ajustes para conseguir os resultados desejados. A exposição é o processo em que a luz que reflete de um tema passa por uma abertura na lente da câmera em direção ao sensor, por um determinado período de tempo.

Exposição Simples Foto A Grandes Imagens

Assim como na premiada série Antropologia da face gloriosa, Arthur Omar procura extrair sentidos ocultos sob a aparência da imagem fotográfica. Neste livro, com textos esclarecedores do próprio artista, a paisagem e o homem amazônicos escapam dos registros ecológico, turístico e jornalístico. Ao transformar cores e superpor e espelhar imagens, Omar mostra a Amazônia como um lugar de ressonâncias míticas e magnéticas, renovando a iconografia da região.

O Esplendor dos Contrários

A fotografia de rua existe desde que as primeiras cameras foram inventadas, produzindo algumas das imagens mais comoventes do nosso tempo. O manual de fotógrafo de rua celebra o espírito da fotografia de rua com instruções inspiradoras para ajudá-lo a capturar o momento urbano perfeito. Ao longo de 20 tutoriais de projeto simples sobre temas como “Sequências”, “Sombras” e “Objetos”, junto com cativantes perfis ilustrados de 20 fotógrafos de rua de renome internacional, incluindo Bruce Gilden, Nils Jorgensen e Saul Leiter, o autor oferece ao leitor um tour visual pela mídia; perfeito para aspirantes a fotógrafo de rua.

Manual do Fotógrafo de Rua

Deixe o modo Automático para trás e assuma o controle total sobre as suas imagens com este curso completo sobre os elementos fundamentais da fotografia. Recorrendo a décadas de experiência, Michael Freeman ensina todas as técnicas profissionais para que você possa definir a melhor exposição no momento da captura. Aprenda as nuances da velocidade do obturador, da abertura e do ISO, entenda o modo como eles interagem a cada exposição e domine a forma de utilizá-los para concretizar sua visão criativa de forma rápida e eficiente, sejam quais forem as condições de iluminação ou as características do assunto. Conheça a fundo a sua câmera estudando como cada uma dessas medições funciona; assim, você saberá como encontrar as melhores opções e cenários para cada situação. Depois, analise alguns dos cenários mais desafiadores — de uma noiva contra um fundo escuro a luzes de néon em ruas movimentadas, tudo explicado com métodos confiáveis e técnicas já estabelecidas para que você alcance resultados incríveis.

Luz e Iluminação - Coleção Curso de Fotografia

“Uma casa pertence a quem olha para ela”, diz um antigo provérbio chinês. Para o fotógrafo Araquém Alcântara, seu trabalho de registro de paisagem brasileira é de tamanha grandeza e singularidade que carrega o mesmo significado. Seu olhar imperturbável buscou nesses últimos anos, praticamente, descobrir e admirar a beleza do país em que vive. Araquém usa a fotografia como uma arma de conhecimento e como um poderoso instrumento para encontrar um caminho que documente aquilo que deveria ser eterno. Ele assume seu trabalho como compromisso político e militância e tenta, por meio da intuição e da paixão, expressar visualmente os mistérios da criação. Imaginar, criar e fotografar são possibilidades de refletir o mundo. Araquém entende que seu trabalho é desvendar nossa ignorância em relação a essa Terra Brasil desconhecida e, ao mesmo tempo, nos deixar desconcertados com tamanha beleza e exuberância Terra Brasil apresenta o olhar original, comprometido e revela as impressões com as diversidades e as sutilezas de uma natureza incompreensível! Desperte também seu olhar através da transfiguração das formas e aprecie a essência, cada textura e cor entre as nossas diferentes culturas da nossa querida e maravilhosa Terra Brasil.

Terrabrasil

Aprenda a ter controle total sobre sua câmera  Veja como configurar sua DSLR para fotografar paisagens, retratos, esportes de ação e muito mais.  Teoria e Prática Aprenda, em detalhes, os principais conceitos da fotografia digital e coloque em prática para obter imagens incríveis. Toque de mestre Cinco fotógrafos amadores passam o dia acompanhados de profissionais. Aprenda com a experiência deles. Fotografe em casa Saiba como aproveitar elementos e condições de luz na sua casa para produzir imagens profissionais. Aula de Photoshop Como usar o famoso software de edição para corrigir problemas e conseguir a máxima qualidade em suas fotos. Termos e conceitos explicados Dicas de especialistas Tutoriais para Photoshop

Fotografia Digital sem Segredos

Artista apaixonado pela perfeição formal e pela beleza clássica, o fotógrafo brasileiro Alair Gomes (1921-1992) se notabilizou pela maneira como retrata o corpo masculino. A new sentimental journey é o nome de um longo relato que ele escreveu em inglês, no qual mistura reflexões filosóficas ao diário de uma viagem que fez pela Europa, em 1983, quando realizou as imagens apresentadas neste livro. Nelas, Gomes faz uma transposição muito original de seu imaginário erótico masculino para o universo das esculturas clássicas. Emprega o mesmo tipo de olhar com o qual retratou rapazes musculosos nas praias do Rio de Janeiro - fotografias que expôs com grande sucesso em 2001, na Fondation Cartier, Paris - para estátuas greco-romanas, sejam elas obras famosas, como o Davi, de Michelangelo, ou menos conhecidas. Inéditas no Brasil, essas imagens foram apresentadas pela primeira vez ao público em 2009, em exposição na Maison Européenne de la Photographie, também em Paris, com curadoria do fotógrafo Miguel Rio Branco, que assina a edição de imagens do livro. A new sentimental journey foi lançado em duas versões, uma em português-inglês e outra em francês-inglês, em coedição da Cosac Naify com a Maison Européenne de la Photographie. A editora brasileira dá continuidade, assim, a seu projeto de realizar parcerias com instituições de grande qualidade no Brasil e no exterior.

Alair Gomes

Pássaros silvestres do interior do Mato Grosso, caça-níqueis em um galpão de Belo Horizonte, metralhadoras de São Paulo são alguns dos “modelos” de Bob Wolfenson em seu segundo livro pela Cosac Naify. Registros dos mais diferentes objetos (e animais) apreendidos pela polícia em diferentes regiões do país, as fotografias se revelam elas mesmas apreensões de uma certa realidade brasileira. Mas mais do que críticas ou elogios à atuação do Estado, os trabalhos aqui reunidos dialogam com o próprio ato de fotografar. Em imagens que lembram naturezas-mortas, o fotógrafo paulistano deixa claro um fundamento central da arte de capturar imagens. Como salienta o cineasta Carlos Nader em texto de apresentação do volume, “Wolfenson nos lembra que a própria fotografia é em sua essência também uma apreensão, uma captura.”

Apreensões

O Olho do Fotógrafo é um livro que aborda o design como fator mais importante na criação de uma imagem fotográfica de sucesso. A habilidade de enxergar o potencial para uma imagem forte e depois organizar os elementos gráficos em uma composição atraente e eficiente sempre foi crucial no ato de fotografar, segundo o autor Michael Freeman. O autor demonstra que a fotografia digital trouxe um aspecto novo e motivador ao design, por sua resposta rápida e suas possibilidades de edição, e isso teve um efeito profundo no modo como os fotógrafos fazem suas fotos. Essencial para fotógrafos modernos, o livro O Olho do Fotógrafo explora todas as abordagens de composição e de design tradicionais e, principalmente, trata de técnicas digitais como a costura de imagens e a imagem HDR, que usam novas tecnologias para ampliar as possibilidades do meio sem comprometer a visão do fotógrafo.

O Olho do Fotógrafo. Composição e Design Para Fotografias Digitais Incríveis

No mundo contemporâneo, as aparências substituíram a realidade. No entanto, a fotografia, uma tecnologia historicamente a serviço da verdade, continua desempenhando uma função de mecanismo estrutural da consciência moderna: a câmera não mente, cada fotografia é uma evidência. A partir de vivências pessoais, o autor critica esta crença e reflete sobre aspectos fundamentais da criação e da cultura atual.

O Beijo de Judas

A experimentação em fotografia. O artista que trouxe o Surrealismo para uma nova arte. Man Ray (1890-1976) é indisputavelmente um dos artistas mais originais do século vinte. Os seus estudos revolucionários sobre a fotografia de nus, sobre as produções de moda e sobre o retrato abriram um novo capítulo na história da fotografia. Emmanuel Radnitzky, o seu verdadeiro nome, nasceu em Philadelphia e iniciou a sua carreira artística em Nova Iorque. Em 1921 mudou-se para Paris, onde foi recebido de braços abertos pelos círculos Dadaístas e Surrealistas. Man Ray experimentou incansavelmente novas técnicas fotográficas, sendo a exposição múltipla, a raiografia e a solarização algumas das mais conhecidas. As suas composições revelam os nus e apresentam os objetos, sempre de forma estranha, erótica, sinistra, através de imagens perturbadoras que transformam a nossa percepção da realidade. Este livro reúne uma coleção dos seus trabalhos mais icónicos, outros inéditos, ou, menos conhecidos, que melhor ilustram o seu poder visionário e singular.

Man Ray

A série Ramos é o resultado de três verões que Julio Bittencourt passou no Rio de Janeiro, registrando os banhistas que frequentam o Piscinão de Ramos. Seu olhar fotográfico despido de preconceitos e de ironia perfaz um retrato singular desse espaço inusitado onde a população desfruta de momentos de prazer e ao mesmo tempo lida com problemas como violência e poluição. Ao fim, o fotógrafo Martin Parr comenta em texto as poderosas imagens deste fotolivro.

Ramos

Esta edição faz uma atualização da história da fotografia artística contemporânea, com um capítulo sobre artistas que enfatizam as propriedades físicas e materiais da fotografia, que usam esse meio como apenas um componente de sua atividade pan-midiática ou que fazem experimentos com novos modos de propagação de trabalhos. Incluindo artistas consagrados, como Isa Genzken e Sherrie Levine, ao lado de uma geração mais jovem que conta com Florian Maier-Aichen, Anne Collier e Walead Beshty, A fotografia como arte contemporânea sinaliza a durabilidade, a diversidade e a força da fotografia de arte no século XXI.

A Fotografia Como Arte Contemporânea

O fotolivro Contrastes simultâneos reúne o melhor da produção fotográfica de Walter Carvalho, um dos mais importantes diretores de fotografia do cinema brasileiro – responsável por clássicos como Lavoura arcaica, Abril despedaçado, Madame Satã e Central do Brasil. São imagens em preto e branco que revelam o olhar atento para os contrastes ao seu redor,sobretudo no Brasil: matadouros, foliões no carnaval, detentos e suas marcas nas paredes das prisões, crianças na rua e no playground, jogos de futebol, outdoor sem cidades grandes e no interior.

Contrastes Simultâneos

Em março de 2001 o mundo assistiu com espanto à explosão de duas gigantescas estátuas de budas na cidade de Bamiyan, no Afeganistão. No início do ano seguinte, o artista plástico, cineasta e fotógrafo Arthur Omar partiu para lá com o sonho de resgatar um dos pedaços destes monumentos destruídos pelos talibãs para exibi-lo na Bienal de Arte de São Paulo. O livro Viagem ao Afeganistão é um dos resultados dessa expedição. Com mais de 600 imagens, feitas em um país em guerra, o volume não se pretende um diário de viagem nem uma reportagem, mas propor questões que transcendem temas geopolíticos. A edição traz apresentação do intelectual italiano Antonio Negri. Com um trabalho poético e original, Arthur Omar põe em debate conceitos da própria linguagem fotográfica.

Viagem ao Afeganistão

 O cão que virou sensação na internet e no mundo da moda        Jimmy Choo é um bull terrier branco com as orelhas avermelhadas. Não era o mais ágil da ninhada, mas tomou a iniciativa de escolher como dono o publicitário Rafael Mantesso. Com o fim de seu casamento, Rafael se viu num apartamento vazio, exceto pela presença de Jimmy, e percebeu que estava cercado de um amor incondicional. Espantou a melancolia e redescobriu o prazer de desenhar, usando seu traço para transformar seu parceiro inseparável em modelo para fotos bem-humoradas, cheias de referências pop e clicadas com estilo despojado e inconfundível. Nelas, Jimmy pode fazer qualquer coisa. Pratica surfe, vira equilibrista, contracena com estrelas de cinema, transforma-se num perigoso tubarão e até no Super-Homem.        As imagens foram parar no Instagram e conquistaram milhares de fãs no mundo inteiro, entre eles o ator americano Ashton Kutcher, que divulgou as fotos. Em pouco tempo, Rafael Mantesso e Jimmy Choo se transformaram em sensação na internet, despertando a atenção de veículos estrangeiros como  The Huffington Post, USA Today e Daily Mail  — foram, inclusive, matéria de capa no britânico  The Times.  O simpático bull terrier inspirou uma linha de produtos criados pela grife de acessórios Jimmy Choo.

Um Cão Chamado Jimmy

A natureza das fotografias oferece uma educação do olhar para a fotografia. A partir de sua larga experiência como fotógrafo e professor do Programa de Fotografia no Bard College, Stephen Shore explora maneiras de ver e entender todo e qualquer tipo de imagem fotográfica – de negativos a arquivos digitais, de fotos feitas por desconhecidos até aquelas mais icônicas – através do que chama de níveis de percepção, abordando de maneira técnica, teórica e metafórica conceitos como bidimensionalidade, enquadramento, tempo e foco.O texto claro, acessível e perspicaz de Shore é ilustrado por fotografias que, por si só, contam uma história do meio: de precursores como Eugène Atget, Alfred Stieglitz, Walker Evans, André Kertész e Brassaï, passando por Robert Frank, Diane Arbus, William Eggleston, Lee Friedlander e o próprio autor, até artistas contemporâneos do porte de Jeff Wall, Vik Muniz e Andreas Gursky. Trata-se de uma ferramenta indispensável para estudantes, professores, profissionais da fotografia e interessados no meio.

A Natureza das Fotografias

Algumas fotografias não são simplesmente tiradas – elas são feitas, construídas deliberadamente por meio de um processo criativo em que a conceitualização e a intencionalidade do projeto são tão importantes quanto o conhecimento e o exercício fotográficos. Este livro é um manual prático que enfoca o processo de criação de uma fotografia ou uma série fotográfica desde as fases de planejamento e desenvolvimento até a realização e a difusão dos resultados obtidos. Ao adotar o processo criativo como fio condutor, o livro explora uma ampla variedade de práticas fotográficas – retratos, paisagens, naturezas-mortas e fotografias abstratas – e de técnicas específicas como a fotografia encenada e a fotomontagem. As explicações mais teóricas, apresentadas de maneira simples e clara, são acompanhadas de diversas obras fotográficas, e de exercícios práticos precisos. Trata-se de um guia prático e visual que nos introduz aos aspectos-chave da significação, da composição visual e das técnicas fotográficas, oferecendo-nos os conhecimentos necessários para decisões bem fundamentadas em um projeto de criação fotográfica.

Como Criar Uma Fotografia

Esse livro aborda a investigação dos processos de formação de professores em consonância com a escola na contemporaneidade e coloca em pauta a qualidade da formação dos professores no contexto da grande crise pela qual passa a escola formal. Defende a criação de políticas públicas que garantam a participação ativa dos professores nas várias instâncias decisórias do currículo e do trabalho pedagógico, incorporando-se a necessidade e o direito à formação continuada, e a educação não formal realizada por ONGs.

Formação De Professores E A Escola Na Contemporaneidade

Vivemos em um mundo cada vez mais saturado de imagens, o que é uma prova do papel primordial exercido pela fotografia na comunicação humana. No entanto, fotografar o mundo e lê-lo por meio de fotos são atos menos simples do que poderíamos pensar. A final, tais atos influenciam a forma como compreendemos a realidade e a nós mesmos. É justamente por isso que devemos entender como e por que uma fotografia funciona e o que ela significa. Resumido, precisamos nos adiantar à teoria da fotografia. Como ler uma fotografia apresenta uma clara introdução à análise visual da fotografia. Ao fazer uma abordagem histórica do desenvolvimento desse tipo de arte, Richard Salkeld nos oferece uma obra compreensível e lindamente ilustrada, resultante das reflexões que foram surgindo em torno das mais diversas imagens. Este livro possibilita uma fácil aproximação à teoria em que está encerrada a prática fotográfica contemporânea, tornando-se, assim, um guia básico para entender o papel fundamental que a fotografia tem na sociedade atual e em nosso ambiente cotidiano.

Como Ler Uma Fotografia

Em um só livro, tudo o que você precisa para aproveitar todo o potencial de sua câmera digital.  Lições passo a passo.  - Dicas práticas  - Fundamentos  - Inspiração   Faça fotos como um profissional.   Este é um curso completo, cheio de dicas práticas profissionais. Aprenda tudo o que precisa para usar melhor a sua Nikon: exposição, histogramas, processamento RAW, equilíbrio de branco, lentes e funções especiais, além de 29 projetos para desenvolver sua técnica e criatividade.

Guia Definitivo Para DSLR Nikon - Volume 3

Entrevista concedida à jornalista Ingrid Sischy, da revista Interview. Donna Karan fala sobre sua meteórica carreira iniciada nos anos 1970. As imagens e editoriais de moda reproduzidos no livro ajudam a mostrar as razões do sucesso dessa criadora de modelos depurados, confortáveis, simples e sensuais, que revolucionaram o guarda-roupa nova-iorquino.

Donna Karan - Coleção Universo da Moda

 As fantásticas e divertidas fotos de cães debaixo d’água que se tornaram uma sensação em todo o mundo.    De fora, parece simples: um cachorro dá um salto, mergulha e então volta à superfície molhado e triunfante, com uma bola na boca.    Debaixo d’água, porém, o que vemos é um caótico balé de dentes e bolhas, patas se movendo, pelos e orelhas levados pela corrente. De uma Labrador mergulhando a um Dachshund submerso, cada cachorro mostra uma personalidade diferente: alguns nadam despreocupadamente, enquanto outros arqueiam os corpos com o foco e a determinação de um tubarão.    Em mais de oitenta fotos,  Seth Casteel  , premiado fotógrafo de bichinhos de estimação e ativista em defesa dos direitos dos animais, mostra um novo lado de nossos velhos amigos com vibrantes fotografias subaquáticas. Cada imagem explode em alegria e vivacidade, uma marcante lembrança de que mesmo no mais amável e domesticado cãozinho há uma força primitiva.    Impresso em cores e papel couché, Cachorros submarinos foi escolhido o melhor livro-presente pelas revistas Entertainment Weekly e O, The Oprah Magazine.    “Surpreendente e divertido.” The New York Times.    “Diferente de tudo que você já viu.” CNN    “É impossível folhear Cachorros submarinos sem sorrir. Um livro delicioso.” BookPage

Cachorros Submarinos

Impossível classificar o trabalho do paraense André Lima com uma ou duas palavras. Ele é um dicionário de referências. Seus verbetes vão de cetim, tafetá, jacquard, passando por Maria Bethânia, Diana Vreeland, Greta Garbo, até chegar a art déco e Belle Époque. A marca dos seus desfiles são as mulheres fortes, penteadas, maquiadas e cheias de acessórios. Um costureiro moderno, e um dos poucos que fazem uma linha direta com os costureiros do passado, como seu conterrâneo Dener (1936-1978). No ensaio sobre a trajetória do estilista, Eduardo Logullo levanta suas influências a partir da convivência familiar. André aprendeu o bê-a-bá da moda vendo a mãe e as tias se arrumarem. Dali saiu seu maior trunfo: pensar com uma cabeça bem feminina. Acompanhando suas reminiscências, a edição do livro tem as páginas amareladas, como se fosse um antigo álbum das referências do estilista, ao lado de suas peças mais importantes.

Andre Lima - Coleção Moda Brasileira II

Seydou Keïta (1921-2001) foi uma das maiores testemunhas fotográficas da história do Mali, onde por muito tempo considerou-se a fotografia como um “roubo do espírito ativo” do fotografado. Principal discípulo de Mountaga Dembélé – o primeiro fotógrafo malinês de que se tem notícia –, Keïta retratou figuras da sociedade de Bamako que buscavam afirmar sua personalidade: de pessoas vestindo os tradicionais trajes africanos a jovens com suas vespas, imitando artistas de cinema. Como fotógrafo desse momento de transição, acompanhou de perto o início da ocidentalização do país, a partir dos anos 1950.

Seydou Keita - Coleção Photo Poche

Na década de 1980, instigada por sua editora - Jacqueline Kennedy Onassis -, a lendária expert em moda Diana Vreeland (1903 - 1989) preparou uma inspirada seleção de suas imagens favoritas, produzidas por fotógrafos como Man Ray, Elliott Erwitt e Sir Cecil Beaton, e nelas baseou os seus próprios comentários sucintos e incisivos, elementos que fizeram do livro Glamour um clássico instantâneo.Nesta apurada reedição, a obra, inédita no Brasil, é apresentada por um prefácio do estilista Marc Jacobs. Glamour reúne um precioso conjunto de fotos extraídas de revistas de moda, imagens captadas pelas lentes dos paparazzi, assim como retratos de ícones da literatura e das artes , entre outros, Maria Callas, Gertrude Stein, Eva Perón, Mick Jagger, Audrey Hepburn e o general Charles de Gaulle. Diana Vreeland foi editora de moda da Harper's Bazaar por 26 anos e editora-chefe da Vogue entre 1963 e 1971. Seu ponto de vista surpreende até hoje pelo frescor incomparável e abertura para o futuro.

Glamour

Este livro é uma viagem através da história da arte moderna através de 200 pinturas, esculturas, fotografias e peças conceituais cheia de riscos e inovação. Com descrições detalhadas do trabalho e análise dos principais movimentos, este livro é um compêndio exaustivo de ideias e criações artísticas que colocam em cheque os cânones acadêmicos, atacaram o estabelecido e invadiram fortemente com uma proposta pioneira.

Arte Moderna

Walker Evans (1903-75) foi um dos principais fotógrafos da paisagem construída e da sociedade norte-americana de meados do século xx. Em seu “estilo documental”, retratou lojas de departamento em Chicago, cartazes publicitários, passageiros do metrô de Nova York, fazendeiras no Alabama. Contribuiu enormemente para o gênero do fotolivro, sobretudo com o seminal American Photographs (1938), tido por muitos como o primeiro fotolivro moderno. Documentando os efeitos da Grande Depressão pela Farm Security Administration, como fotojornalista da revista Fortune ou em seus trabalhos mais autorais, sua obra foi inspiração para Robert Frank e outros importantes fotógrafos de seu país.

Walker Evans - Coleção Photo Poche

Durante seis anos, Sebastião Salgado documentou a história da migração humana em 35 países. Deslocada em plena marcha, em grandes campos de refugiados e em favelas lotadas, o premiado fotógrafo da testemunho do êxodo de diferentes povos. Vemos os hutus de Ruanda escondidos em selvas remotas; os habitantes das favelas que sufocam São Paulo e os ocupantes dos primeiros barcos da África Subsaariana que tentam atravessar o Mediterrâneo para chegar à Europa. ''Êxodos'', que aborda tanto a dimensão global da crise migratória como esmagadoras histórias individuais de exílio, é antes de tudo uma chamada à ação para além da compaixão.

Êxodos

Formado em engenharia civil, Raul Garcez (1949-1987) integrou a turma de fotógrafos que se reuniam para trocar informações e experiências no laboratório de fotografia da FAU-USP, entre os anos 1970 e 1980. No final da década de 1970, começou a produzir ensaios fotográficos em preto-e-branco, entre eles um que enfoca o Conjunto Habitacional Várzea do Carmo, tema deste volume. Pioneiro na documentação social e senhor de uma observação extremamente aguda, Garcez nos apresenta um verdadeiro "romance visual".

Fotoportátil 6. Raul Garcez

   Seth Casteel  , o fotógrafo que levou o Instagram e o mundo à loucura com suas imagens divertidas e inusitadas de cães embaixo d’água tentando abocanhar bolinhas e outros brinquedos, volta às piscinas acompanhado agora dos filhotes mais elétricos, apaixonantes e engraçados que já se viu. Em mais de 80 cliques inéditos,  Casteel  retrata os cachorrinhos na primeira fase da vida, quando ainda estão começando a descobrir o mundo. Cheios de energia e disposição, os filhotes se jogam na água sem medo, ansiosos para resgatar uma bola de tênis ou simplesmente brincar. Em cada imagem vemos um espectro de reações ao mesmo tempo selvagens e adoráveis, insanas e engraçadas, mas todas, sem dúvida, apaixonantes.        Cachorros submarinos  , o livro de fotos anterior de  Seth Casteel  , vendeu mais de 250 mil exemplares no mundo inteiro, e  Filhotes submarinos  está na lista de mais vendidos do New York Times desde o lançamento, em 2014.

Filhotes Submarinos

O fotógrafo Edward Sheriff Curtis (1868-1952) percorreu a América do Norte para registar em imagens, e por palavras, a forma de vida tradicional dos povos indígenas em vias de extinção. Obcecado pela ideia, só terminou quando deu por completa a sua obra, com a publicação da enciclopédia The North American Indian. Por fim, este trabalho monumental compreendia vinte volumes de texto e vinte portefólios com mais de 2000 ilustrações. Não existe nenhum fotógrafo que tenha publicado uma obra sobre este tema, com tal dimensão. Por isto, Curtis é o grande responsável pela forma como até hoje apreendemos a nossa concepção do índio norte-americano. O livro que aqui se apresenta resume as fotografias mais impressionantes de Curtis e detalha a sua vida, uma vida que o levou das pradarias para os estúdios de cinema de Hollywood.

Curtis

´Os textos reunidos por Rosalind Krauss sob o título O fotográfico transgridem a lei do gênero, na medida em que a autora, em vez de escrever sobre a fotografia, é tentada a escrever contra ela: não exatamente contra a fotografia, mas contra uma determinada maneira de escrever sobre ela e, em particular, sobre sua história. De modo que este livro, extraordinária testemunha da irrupção da fotografia no campo da crítica, assume posição de ruptura com o discurso dominante e vai de encontro a ele, porque age à maneira de um corpo estranho que perturba sua economia excessivamente regulamentada. Parte do interesse suscitado por este livro nasce da preocupação da autora em entender a receptividade da fotografia por parte do público a partir da sua experiência pessoal, de seu próprio percurso crítico. Porque a fotografia é tão importante hoje para nós? A esta pergunta, que formulou sem rodeios, Rosalind Krauss soube dar uma resposta singular, subjetiva (como tem que ser quando se trata de julgamento estético), mas que, por apresentar essa mesma subjetividade e singularidade, se reveste de maior valor.´

O Fotográfico

O Brasil, quinto maior país do mundo, é um dos lugares mais ricos em diversidade e endemismo de aves em todo o planeta. Com a série de guias de campo Aves do Brasil, a Wildlife Conservation Society reúne uma equipe internacional de primeira, que faz justiça à incrível diversidade da avifauna brasileira. Este segundo guia da série que deverá contar com cinco volumes apresenta as 927 espécies de aves que ocorrem no bioma da Mata Atlântica no Sudeste do Brasil. Moderno e compacto, este guia de campo traz ilustrações a cores de qualidade incomparável, textos com as características de identificação e mapas de distribuição de cada ave, facilitando o reconhecimento de todas as espécies com ocorrência regular nessa área tão importante do país.

Aves do Brasil. Mata Atlântica do Sudeste

Num conjunto vibrante de cerca de cem imagens que discutem a diversidade visual contemporânea, Klaus Mitteldorf procura desgarrar-se da fotografia realista de seus primeiros ensaios para uma investigação cuidadosa e incessante em direção ao imponderável. Introvisão tem a proposta de produzir imagens fotográficas através de prismas, que deflagram um mundo sensível de linhas, luzes, sombras, cores e relevos, sem estabelecer uma relação social de conteúdo. O caráter performático da ação de Mitteldorf, além de buscar uma imagem entre muitas possíveis, deixa evidências do efeito provocado pelo seu posicionamento no ato fotográfico. É quase uma ação interativa entre aquilo que está prestes a acontecer e o gesto corporal do fotógrafo. Para reforçar o conceito, as imagens assumem o formato quadrado, sintetizando com mais força suas ideias, possibilitando proximidades e viabilizando uma harmonia compositiva.

Introvisão

Pioneiro da fotografia urbana, Militão Augusto de Azevedo (1837-1905) foi o primeiro a organizar um álbum comparativo da cidade de São Paulo (1862-87). A estrutura editorial, inédita no Brasil na época, é reproduzida em menor escala nesta edição. Além de um ensaio fotográfico com imagens do álbum e muitas outras (comentadas), a edição traz três mapas  comparativos que demarcam os locais fotografados por Militão em três tempos (1862, 1887 e 2012), uma lista das mudanças nominais dos logradouros e bibliografia.O livro traz textos que contextualizam a produção de Militão e a relevância de seu trabalho para a preservação da memória da cidade. O ensaio do pesquisador e crítico de fotografia Rubens Fernandes Junior foca a trajetória de Militão, sua repercussão e alguns aspectos técnicos de seu trabalho; Fraya Frehse, professora do Departamento de Sociologia da USP, observa a persistência de traços “caipiras” na metrópole em formação; e Heloisa Barbuy, professora de História na USP, analisa as mudanças na vida comercial da cidade a partir das imagens comparativas.

Militão Augusto de Azevedo

 Momo, o adorável border collie que adora se esconder, fez uma viagem de 24 mil quilômetros com seu melhor amigo, o designer e fotógrafo Andrew Knapp, cruzando os Estados Unidos e o Canadá. O resultado é mais um livro sensacional com belíssimas fotografias das diferentes paisagens norte-americanas.    Conheça o norte da América de ponta a ponta nessa divertida aventura com Andrew e seu cachorro! Procure Momo na Grand Central Station, em frente à Casa Branca, nas ruas de São Francisco e por pequenas estradas que apenas esses experientes viajantes poderiam encontrar.  Ache Momo de costa a costa  é uma instigante mistura de jogo, livro de fotografias e diário de viagem.       -   Ache Momo de costa a costa  reúne mais de 100 imagens inéditas de Andrew Knapp retratando o continente norte-americano.   -  Além de belas fotografias e de uma brincadeira irresistível, o livro é uma bem-cuidada edição-presente, impressa em cores e papel couché.   -   Andrew Knapp  e  Momo  continuam fazendo muito sucesso no Instagram, com mais de 350 mil seguidores.

Ache Momo de Costa a Costa

Conceito essencial para o qual não há um modo Automático, a composição de qualidade é o que distingue uma fotografia feita ao acaso de uma fotografia fenomenal. Aprenda a desenvolver o seu olhar fotográfico não apenas para encontrar temas atraentes, mas também para abordá-los a partir do melhor ângulo, sob a melhor iluminação e para o efeito máximo. Indo além dos fundamentos, Michael Freeman revela por que certas fotografias são bem-sucedidas, desmistificando a estética abstrata para oferecer regras e conselhos práticos que vão melhorar suas imagens e estimular a sua criatividade. Apresentados com um método objetivo e prático, esses princípios composicionais acabarão se tornando instintivos, proporcionando liberdade criativa para você buscar fotografias novas e impressionantes por conta própria. Você também desenvolverá habilidades que lhe darão confiança para abordar uma ampla variedade de temas — de retratos a paisagens e tudo o que houver entre eles — e apresentá-los em uma composição poderosa e atraente.

Composição - Coleção Curso de Fotografia

Pensei que fosse só eu é um livro de instantes fotográficos de Romulo Fialdini. Trata-se de um arquivo de tempos diminutos, de recortes finitos de tempo, apartados do fluxo da vida. Suas páginas-paisagens são reminiscências de um caminhar solitário em busca de um mergulho lento por entre as destrezas do que é estar vivo. São como uma pausa ao ritmo do consumo das imagens rápidas atadas aos apelos artificiais. O fotógrafo capta imagens de arquitetura, paisagens naturais e retratos. A curadora Galciani Neves pesquisou os arquivos do profissional e o ajudou a escolher 90 fotografias P&B que compõem a obra, publicada pela editora Superbacana + com apoio da Cosac Naify. Com tiragem inicial de 1000 exemplares, 100 deles têm formato de livro-objeto, em caixa acrílica, numerados, assinados e acompanhados de jogo da memória baseado nas fotos do livro.

Pensei Que Fosse Só Eu

Em seu mais abrangente livro até o momento, Tom Ang guia o leitor pelos capítulos que trazem os dez mais populares estilos e assuntos da fotografia, de viagem a moda, vida selvagem a esportes. Como sempre, os tutoriais de Tom são de fácil compreensão e ótimos para o aprendizado.  O livro totaliza 400 páginas, divididas em dez capítulos: fotografia de moda e nu artístico, eventos sociais, viagens, esportes, retratos, natureza, arquitetura, documentário, paisagens e fine art. A obra reúne análises de uma série de imagens e contém também entrevistas com os autores de cada um desses trabalhos. Os bastidores da fotografia também são explorados pelo livro, que mostra, passo a passo, a produção de cada fotografia analisada.  Em O Fotógrafo Completo, Tom assume uma abordagem singular com dicas, ideias, inspiração e técnicas. Concentradas especificamente para cada gênero, as lições encorajam o leitor a experimentar, fugir do padrão e praticar novas habilidades. Cada capítulo inclui ainda “making ofs” que mostram exemplos diferenciados de fotógrafos renomados. Neles, os profissionais revelam, passo a passo, detalhes sobre seus planejamentos, ajustes de câmera, iluminação e os bastidores de 20 fotos impressionantes, realizadas especialmente para este livro.  Inédito no Brasil, repleto de dicas práticas e imagens estonteantes, O Fotógrafo Completo revela o segredo do sucesso para cada gênero fotográfico e oferece uma visão fascinante sobre as técnicas e os trabalhos profissionais.  Aprenda cada gênero, explore as mais diferentes abordagens, refine sua técnica e desenvolva o seu próprio estilo fotográfico.  Acompanhe as lições de Tom Ang e mais 20 grandes fotógrafos renomados em uma série de tutoriais inspiradores das dez áreas mais populares da fotografia. Informação relevante - conheça a história da fotografia, como cada gênero evoluiu, características principais e tendências atuais.Técnicas - domine as técnicas fotográficas e explore as sutilezas da composição, iluminação e a habilidade necessária para cada assunto. Ideias criativas - encontre novas formas de abordagem e crie imagens que se destacam das demais. Inspiração - descubra os segredos de grandes profissionais, acompanhando os bastidores que mostram, passo a passo, como suas ideias evoluem, do conceito à foto finalizada.

O Fotógrafo Completo

Você tem em mãos um guia incrível para iniciar sua carreira de fotógrafo, desenvolvido pelo professor de fotografia e gestor de carreira Murilo de Tarso. Aqui você encontra não só as ferramentas básicas de fotografia e tratamento de imagem, mas também diversas abordagens práticas e vivenciais relacionadas ao fluxo de trabalho e ao mercado brasileiro de fotografia. A obra foi desenvolvida de forma prática e vivencial. O fotógrafo Murilo de Tarso constituiu o que ele chamou de “Turma Laboratório” que inicialmente nada mais era do que uma turma de 60 alunos dividida em quatro turnos, em diferentes cidades e regiões do país. Ao longo de um ano, os alunos experimentaram o conteúdo deste livro na prática e ofereceram ao autor um ponto de vista único e realista, possibilitando a construção de uma obra simples, coesa e com um claro objetivo: introduzir os leitores ao mercado da fotografia em variados segmentos, oferecendo ferramentas, conhecimentos, dicas, procedimentos, ideias e exemplos. O projeto Minha Nova Vida de Fotógrafo se tornou uma ação continuada. Seis edições do curso já foram realizadas formando mais de 150 profissionais e muitas outras virão, promovendo aulas e experimentações fotográficas, sempre sob o comando do fotógrafo, professor e gestor de carreira Murilo de Tarso. São abordadas quatro frentes: Fotografia; Tratamento de Imagem; Fluxo de Trabalho; Mercado. Os resultados dessa experiência podem ser acompanhados pelas redes sociais do fotógrafo Murilo de Tarso, que mantém esse projeto de forma contínua em diversas regiões do país. Seja bem-vindo ao mundo da fotografia profissional!

Minha Nova Vida de Fotógrafo

O Guia Definitivo para DSLR Canon - Volume 3 traz tudo o que os amantes da fotografia precisam saber para dominar todos os recursos de sua câmera digital. Além de mostrar detalhadamente tudo o que sua Canon é capaz de fazer, este volume inclui sete lições práticas para você treinar. Um livro indispensável para quem precisa evoluir na fotografia.

Guia Definitivo Para DSLR Canon - Volume 3

A artista traz a série "Apagamentos", na qual retrabalha fotografias feitas pela polícia técnica. Esse resgate de rostos e cenas anônimos, revelando crimes e tragédias particulares, é dotado de uma narrativa de alto impacto e funciona, sobretudo, como um "documento da amnésia": cenas que por pouco não foram apagadas ganham, aqui, ares de ficção literária. Consagrada no cenário artístico internacional, Rennó tem a monografia O arquivo universal e outros arquivos publicada por esta editora.

Fotoportátil 3. Rosangela Renno

Ler cinema não é fácil! Então, quais são as ferramentas necessárias para decifrar um filme? Lendo as imagens do cinema deixa de lado a crítica cinematográfica comum e, ao apresentar as ferramentas de interpretação do plano, da sequência e do filme, nos ensina a olhar imagens do cinema e a escutar filmes, utilizando a metodologia da análise fílmica baseada na história do cinema. Enfim, um livro que explora os diversos frutos e vertentes produzidos pela sétima arte.

Lendo as Imagens do Cinema

A Cosac Naify lança cinco novos títulos da mais prestigiada coleção de livros de fotografia do mundo – Josef Koudelka, Lewis Carroll, Robert Capa, Edward Steichen e André Kerstész. A Photo Poche foi concebida por Robert Delpire na França, em 1982, como uma coleção de introdução à fotografia. Atualmente, é publicada em sete países pelas mais renomadas editoras de arte e fotografia, reunindo mais de 150 títulos, entre monografias e volumes temáticos. Com formato portátil e preço acessível, a coleção busca ampliar a formação visual de seu público e ao mesmo tempo divulgar a obra de grandes fotógrafos. Em cada volume, o leitor encontra uma seleção criteriosa de imagens, acompanhada de texto de apresentação, biografia e bibliografia. Em 2011, a Cosac Naify lançou no Brasil os cinco primeiros títulos da coleção: Henri Cartier-Bresson, Man Ray, Sebastião Salgado, Helmut Newton e Elliott Erwitt.

Coleção Photo Poche - Caixa 2. Volumes 6 a 10

Nos tempos da Guanabara reúne um grande conjunto de imagens da história do antigo Estado da Guanabara, entre 1960 e 1975, abordando a história política estadual através desta rica iconografia. O período corresponde ao tempo da instauração do antigo Estado da Guanabara até a fusão com o antigo Estado do Rio de Janeiro, concretizada em 1975. Dessa forma, o livro caracteriza a ação política estadual neste contexto histórico, enfoca a importância da interação da sociedade civil com a sociedade política e retrata obras públicas e acontecimentos que caracterizam o papel do estado na afirmação da sociedade fluminense.

Nos Tempos da Guanabara

Os primeiros segredos da direção de arte faz jus ao nome. Ensina desde noções de desenho - importantes para fazer um esboço de uma idéia - até o passo a passo para se fazer uma ilustração digital realista no Photoshop. Outros aspectos como a proporção, a perspectiva, as cores, a composição, a observação e, ainda, assuntos como o processo criativo e a apresentação de uma campanha publicitária são tratados sob uma ótica pouco vista. Essa obra foi concebida para resgatar assuntos importantes que, por causa da era digital, têm caído no esquecimento, mas que são indispensáveis para alicerçar a profissão de quem deseja se tornar um diretor de arte.

Os Primeiros Segredos Da Direção De Arte

Reedição desta obra de Arlindo Machado, que já se tornou um clássico e uma referência na teoria da história da fotografia. O autor explicita de forma contundente os diversos meandros da fotografia em sua tentativa de se manter como fiel representação da realidade e, consequentemente, na manutenção da perspectiva central como uma representação realista e desprovida de qualquer ideologia intrínseca. A partir daí, analisa imagens que obtiveram êxito em se desprender dessas armadilhas, denunciando o próprio mecanismo de ação do chamado "efeito especular". Segundo o autor, "a fotografia é um ‘texto’ como outro qualquer, que se constrói através de uma articulação simples ou sofisticada de seus elementos expressivos. Não há nem mais nem menos ‘manipulação’ numa foto (e, por extensão, num documentário, numa imagem de telejornal) do que num texto jornalístico, numa pesquisa de sociologia ou num tratado de filosofia. Isso não quer dizer que não exista uma ‘verdade’, um ‘fato’ do qual buscamos nos aproximar, seja fotografando, seja verbalizando, mas essa aproximação só pode ser uma construção, necessariamente coletiva, que se dá através de um amplo processo de negociação entre os sujeitos sociais. Arlindo Machado é professor do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da Universidade de São Paulo e do Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da PUC-SP.

A Ilusão Especular. Uma Teoria da Fotografia

Reedição desta obra de Arlindo Machado, que já se tornou um clássico e uma referência na teoria da história da fotografia. O autor explicita de forma contundente os diversos meandros da fotografia em sua tentativa de se manter como fiel representação da realidade e, consequentemente, na manutenção da perspectiva central como uma representação realista e desprovida de qualquer ideologia intrínseca. A partir daí, analisa imagens que obtiveram êxito em se desprender dessas armadilhas, denunciando o próprio mecanismo de ação do chamado "efeito especular". Segundo o autor, "a fotografia é um ‘texto’ como outro qualquer, que se constrói através de uma articulação simples ou sofisticada de seus elementos expressivos. Não há nem mais nem menos ‘manipulação’ numa foto (e, por extensão, num documentário, numa imagem de telejornal) do que num texto jornalístico, numa pesquisa de sociologia ou num tratado de filosofia. Isso não quer dizer que não exista uma ‘verdade’, um ‘fato’ do qual buscamos nos aproximar, seja fotografando, seja verbalizando, mas essa aproximação só pode ser uma construção, necessariamente coletiva, que se dá através de um amplo processo de negociação entre os sujeitos sociais. Arlindo Machado é professor do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da Universidade de São Paulo e do Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da PUC-SP.

Belvedere

Depois de ensinar como compor e interpretar grandes fotografias, Michael Freeman continua sua bem-sucedida série explorando os métodos mais eficientes para apresentar fotografias de maneira relevante e em um formato envolvente. Recorrendo a décadas de experiência, o autor estuda o fenômeno do ensaio fotográfico que tomou o mundo e deu aos contadores de histórias um conjunto de ferramentas completamente novo para construir suas narrativas. Estabelecendo de que modo ritmo, andamento e organização cuidadosa constroem tensão e fomentam o interesse, o autor explica como você pode aplicar esses elementos as suas próprias fotografias, particularmente nos novos formatos digitais das galerias on line, dos slideshows e dos tablets. A Narrativa Fotográfica vai avivar suas imagens, renovar sua perspectiva e aumentar seu entendimento sobre como os fotógrafos trabalham juntos para contar uma história. Seu público perceberá a diferença.

A Narrativa Fotográfica. A Arte de Criar Ensaios e Reportagens Visuais

A origem de qualquer fotografia não é a câmera, ou mesmo a cena vista através do visor – é a mente do fotógrafo. é lá que a imagem é criada antes de ser registrada em um cartão de memória ou filme. Em A Mente do Fotógrafo, Michael Freeman busca desvendar o mistério por trás da criação de uma imagem, explicando o que torna uma fotografia incrível e explorando como e por que os grandes fotógrafos conseguem fazer isso todas as vezes que fotografam. Este livro fornece conhecimentos inestimáveis sobre a natureza cíclica da moda, estilos e maneirismos, luz e sobre como evitar clichês e lidar com o inesperado, provocando o leitor a buscar, constantemente, novas imagens e diferentes interpretações.

A Mente do Fotografo

Reunião de textos e imagens do fotógrafo esloveno produzidos durante suas viagens e experiências no Brasil. Nascido no povoado de Lokavec, em 1946, e naturalizado francês em 1981, o fotógrafo foi privado da visão na infância. Doutorado em filosofia estética pela Sorbonne, Bavcar já foi objeto de pelo menos oito produções para cinema e TV. Partindo das palavras que lhe são ditas por quem descreve a paisagem ou o objeto a ser fotografado, o artista busca no seu imaginário recordações infantis, cores e texturas correlatas. Tomadas à noite com auxílio de lanternas, as fotos revelam um universo denso e onírico.

Memorias do Brasil

Tradicionalmente associada ao registro documental e objetivo, a fotografia muitas vezes foi tida como arte menor. Certamente não é isso o que pensam os oitos autores deste livro. Convidados pelo crítico de arte Lorenzo Mammì e pela antropóloga Lilia Moritz Schwarcz, professores, críticos e um fotógrafo profissional elegeram livremente uma fotografia e a tomaram como ponto de partida para construir ensaios luminosos e originais. Questionando concepções consagradas, e muitas vezes equivocadas, os textos refletem sobre as mais variadas imagens, aproximando a fotografia da filosofia, do corpo, do tempo, da política e da memória familiar.   Abrindo o livro, os críticos Alberto Tassinari e Rodrigo Naves passeiam pela obra de dois dos maiores fotógrafos do século XX: Henri Cartier-Bresson e André Kertész. Tassinari mostra como Bresson, em sua busca pelo acaso e pelo instante decisivo, incorporou a lógica da colagem à fotografia, associando elementos descontínuos. Já Rodrigo Naves nos ensina que Kertész enfrentou a objetividade com uma poética que alterna exposição e recolhimento, o visível e o invisível.   Num registro completamente diverso, Eugênio Bucci parte de um antigo slide de família, tirado pelo irmão durante uma pescaria no interior, para refletir de que maneira as fotos dos álbuns pessoais constroem uma percepção afetiva do tempo, não linear. O tempo é também assunto do poeta e filósofo Antonio Cicero, que analisa uma colagem fotográfica de David Hockney: em meio a divagações sobre o tédio e os múltiplos pontos de vista, Cicero mostra como Hockney desconstruiu o instante fotográfico, aproximando-se dos cubistas.   O jornalista Marcelo Coelho, aficionado por fotos de cartazes de ruas, se detém nos cartazes de uma foto do americano Walker Evans, que registrou o interior dos Estados Unidos logo após a crise de 1929. Para Marcelo, a aparente simplicidade da imagem contrasta com a abundância de significados que a leitura dos cartazes possibilita. No papel de fotógrafa, a antropóloga Sylvia Caiuby Novaes analisa duas fotos feitas por ela própria em 1985, durante um ritual funerário dos índios Bororo, no Mato Grosso. A cerimônia, que inclui a automutilação das mulheres, dá ensejo a uma digressão sobre corpo, memória e escrita.   Na tradição da fotografia épica brasileira, o sociólogo José de Souza Martins analisa uma fotografia de Sebastião Salgado e questiona a recusa do fotógrafo em considerar a dimensão estética de suas imagens. Por fim, num depoimento sobre uma de suas maiores influências, o fotógrafo Cristiano Mascaro comenta uma imagem do suíço Robert Frank: aqui a fotografia documental é transformada numa espécie de auto-retrato, dando origem a imagens capazes de "desconstruir e reconstruir o mundo".   Editado em parceria com o Centro Universitário Maria Antonia/USP,  8 X fotografia  foi concebido durante o seminário de mesmo nome realizado em 2004. Além dos ensaios, a edição traz um belo caderno de fotos em papel-cartão destacável, para que as imagens possam ser vistas ao mesmo tempo em que se lê os ensaios.

8 X Fotografia

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